Chegamos a mais uma Escola Bíblica de Férias. Um trabalho muito interessante, do Departamento Infantil das igrejas, certamente com apoio de todos os demais. São dias usados para evangelização, comunhão, discipulado, com as crianças até doze anos, que têm um resultado fantástico, de quem realiza esse evento. Ao longo da história, observamos que as crianças que tiveram contato com a EBF e continuaram na igreja se tornam cooperadores da mesma, além de atuarem comprometidos com tudo que acontece nela.
“Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse, mas os discípulos os repreendiam, Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus. E, tendo-lhes imposto as mãos, retirou-se dali.” – Mateus 19: 13-15.
A igreja mudou muito ao longo desses anos. A tecnologia tem avançado, e sem dúvida é preciso aproveitá-la a favor da expansão do evangelho. Mas os princípios do discipulado, formação das novas gerações, preparação para a vida, são um dos maiores desafios que enfrentamos hoje. Que seria do Novo Testamento sem toda a base histórica e teológica do Velho Testamento? Assim, é preciso contextualizar a maneira do ensino, a utilização dos recursos mais aprimorados, mas os princípios são os mesmos, principalmente a herança apostólica. Interessante que há uma volta à busca, pelo conhecimento adquirido, por aqueles já experimentados ao longo da jornada da vida, para delinear um caminho do futuro mais assertivo. Ainda a Escola Bíblica de Férias tem o seu papel no ensino e fortalecimento da fé das crianças, tão inteligentes, capacitadas, no mundo da tecnologia de hoje.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” – Provérbios 22.6.
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