no seio dos mares... as águas tumultuem... os montes estremeçam... bramam nações, reinos se abalam... é um constraste afirmar que há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus... e que Deus é nosso refúgio e fortaleza socorro bem presenta nas tribulações. O Salmista afirma que a nossa calma depende de quanto conhecemos a Deus , e o quanto sabemos Dele.
- Devemos saber que Deus não se ausenta quando enfrentamos lutas; Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos... (v.1,2)
- Devemos saber que Deus agirá quando pre-cisarmos Dele.
- Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde a antemanhã. (v.5)
- Devemos saber que Deus 'guerreia' as nos-sas guerras.
- Ele põe termo à guerra... quebra o arco e despedaça a lança;... (v.9).
Sabendo destas coisas podemos ter calma em Deus, afinal de contas o Senhor dos Exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio (v.11).
C
omo manter a calma e a serenidade em ple-no Século 21, onde 'tempo é dinheiro' e as pes-soas estão agitadas queren-do as coisas todas para ontem? Não há espaço para a tolerância, paciência ou a quietude. O ambiente do Sal-mo 46 é atualíssimo, vive-mos em uma época de “tremores”, ondas gigantes, tsunamis, terremotos, mare-motos, deslizamentos, as catástrofes fazem parte do nosso cotidiano, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, no Haiti e no Chile. As perdas são imensas, as reconstru-ções são necessárias, as responsabilidades civis são apontadas; o mundo está 'abalado', como diz o salmis-ta.
Para quem conhece a Deus e o Seu poder, é possível manter a calma e a serenidade sabendo que todas as coisas estão debaixo de Sua mão.
Aquietai-vos e sa-bei... Tornar-se quieto, sos-segar, tranquilizar-se, são pa lavras desconexas de um mundo agitado; nas palavras do salmista a terra se trans-torna e os montes se abalam