O
chamado é o ato pelo qual Deus estende ao ser humano seu convite para assumir um relacionamento salvítico.
Há o chamado “geral”, que segundo os textos bíblicos, abrange todas as pessoas pelo testemunho da revelação geral, isto é, o testemunho presente nas obras das mãos de Deus e no seu cuidado providencial para com a criação. Já o chamado “espe-cial”, refere-se à obra específica do Espírito Santo no coração de alguém, no momento em que a pregação do Evangelho dá a oportunidade de exercitar a fé em Cristo.
Quando sentimos o chamado para uma função específica, para ser pastor, por exemplo, é porque fomos escolhidos por Deus, e seremos orien-tados pelo Espírito Santo para o bom desempenho de nossa missão. E que grande missão! O pastor é o “porta-voz” de Deus aqui na Terra e deve honrar essa função, ser exemplo de humildade, de persistência no exercí-cio de suas prerrogativas, de caráter, de ética. Sua conduta deve ser irre-preensível, espelho para os irmãos na fé, enfim, ser digno representante de Deus perante os homens. Como diz o apóstolo Paulo em Efésios 4: 11-12: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pasto-res e mestres , com vistas ao aperfei-çoamento dos santos para o desem-penho do seu serviço, para a edifica-ção do corpo de Cristo.”
A iniciativa de chamar e de escolher, logicamente, é de Deus.: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça...”(Jo 15:16)
E nós, estaremos responden-do ao chamado de Deus? Estaremos aceitando a proposta do Pai e abra-
-çando livremente e com amor um serviço a favor de nossos semelhan-tes?
Amar nosso próximo como a nós mesmos não é um dos principais mandamentos da Lei de Deus?
Levar a palavra a toda criatu-ra, não foi uma determinação de Je-sus Cristo aos apóstolos e seus su-cessores?
Ser chamado para uma fun-ção, por mais humilde que seja, é um privilégio, é receber um convite irrecu-sável. Ser escolhido, é ser abençoado por Deus para divulgar sua Palavra por todo o mundo, ser exemplo de comportamento inatacável entre os homens.
Jesus Cristo disse: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida.” (Jo 8:12)
No documentário "O Túmulo Perdido de Jesus", Simcha Jacobovici traz evidências arqueológicas que negam a ressurreição de Jesus Cristo. Ele diz que as palavras "Jesus filho de José", encontradas numa urna funerária perto de Jerusalém, se referem a Jesus de Nazaré. Ele também afirma ter identificado o DNA de Jesus.
Até que ponto são válidas essas conclusões?
A Autoridade de Antiguidades de Israel chama-as "tolices". Outros eruditos seculares e religiosas concor-dam. Jesus e José eram nomes comuns no primeiro sécu-lo, na Judéia. E Jacobovici precisaria de exemplares do DNA de Jesus para compará-los com os ossos daquele túmulo. É óbvio, isto é impossível!
Mas há fortes argumentos a favor da ressurreição de Jesus. O fato mais convincente é que todos os discípu-los, com exceção de João, morreram como mártires. No centro da mensagem deles estava a Ressurreição de Jesus.(Atos 2: 29-32)
Se Cristo não ressuscitou dos mortos , por que os discípulos prefeririam morrer , ao invés de negar o fato?
Ataques à nossa fé e às Escrituras vêm e vão. Não se deixe abalar por essas investidas sem fundamento. Há dois mil anos os discípulos foram testemunhas oculares do verdadeiro túmulo de Jesus. Os anjos lhes disseram: Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressucitou! (Lucas 24:5-6).
- H.Dennis Fischer (De Nosso Andar Diário)