hex1.jpg
hex2.jpg
Este ano” - as palavras podiam aplicar-se a todo o mundo. O ano novo é uma oportu-nidade para reforma. As pessoas de boa vontade e visão ampla deviam procurar meios de preservar a paz, promover justiça e prover bem-estar para toda a humanidade. Isto convi-da a estratégias clarividentes para controlar a inflação, deter o crime, parar a competição de armamento, prover empregos, superar a pobre-za e criar uma fraternidade genuína entre todos os indivíduos. Negligenciando isto, talvez o nos-so egoísmo, avidez e luxúria nos encaminhem para o Armagedom, com fome, pestilência e guerras em escala mundial.
   “Este ano” - as palavras podiam aplicar-se à igreja. O ano novo é oportunidade para reavivamento. Aqueles que se chamam pelo nome que deriva de Cristo deviam arrepender-se de seus pecados, mundanismo e esterilida-de procurando o restabelecimento de liberdade, poder e vida espirituais que distinguiam a Igreja no seu começo. Nada menos que oração since-ra, confissão honesta e obediência completa a Deus poderão converter igrejas e salvá-las do cemitério de instituições religiosas decadentes.
   “Este ano” - as palavras podiam aplicar-se à nossa vida individual. Ninguém consegue mudar todo o mundo ou toda a igreja. Porém, se um bom grupo tomarmos a sério o reavivamen-to e o crescimento espiritual, as mudanças po-dem estender-se a uma boa parte da socieda-de. Cada um de nós é responsável por sua con-dição espiritual. Se crescermos frios e inativos ou tornarmos tépidos e indiferentes, estaremos em perigo de colapso espiritual e julgamento di-vino. É tempo de atearmos de novo o fogo do amor a Cristo, até sermos cristãos autênticos.
   Que acontecerá se “este ano” for o últi-mo ano de prova?
 
Fonte/Artigo e ilustração: O Arauto da Santidade